quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Israel intercepta um drone do Hezbollah nas Colinas de Golã


As Forças Armadas israelenses interceptaram um drone do Hezbollah libanês, de fabricação iraniana e que realizava uma missão de reconhecimento na parte do Golã anexada por Israel, indica um comunicado oficial.
Um porta-voz militar disse que o drone decolou de um aeroporto militar perto de Damasco, na Síria, e foi derrubado na zona desmilitarizada que divide o Golã, entre a parte ocupada por Israel e a que é controlada pela Síria.
"Enviamos caças, mas não interceptaram o drone", afirmou o porta-voz Jonathan Conricus. "Foi, em compensação, derrubado por mísseis Patriot", acrescentou.
O porta-voz disse que ainda estavam analisando os restos do aparelho para determinar se estava armado.
Israel e Síria continuam tecnicamente em guerra. Durante décadas, nos limites das Colinas de Golã, não têm sido registrados episódios de violência, até que explodiu a guerra na Síria, em 2011.
Desde a guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel ocupa 1.200 km2 das Colinas de Golã pertencentes à Síria, que depois anexou, o que a comunidade internacional nunca reconheceu.
Fonte: AFP

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Líder do Hezbollah anunciou encontro com Bashar al-Assad


O chefe do Hezbollah xiita libanês, Hassan Nasrallah, que vive em um local secreto há uma década, afirmou nesta quinta-feira (31) ter ido a Damasco pedir ao presidente Bashar al-Assad para acertar um acordo de evacuação de extremistas do Líbano para a Síria.
Hassan Nasrallah, de 57 anos, fez poucas aparições desde a guerra de 2006 entre seu poderoso partido armado e Israel. Em 2014, revelou que mudava o local de sua residência constantemente.
“Fui até o presidente Bashar al-Assad. Fui pessoalmente a Damasco”, declarou ele em um discurso transmitido em um telão para milhares de seus partidários em Baalbeck (leste), sem especificar a data da visita que aconteceu antes da conclusão do acordo, no último final de semana.
Aliado do regime sírio, o líder do Hezbollah fazia referência ao acordo de evacuação entre seu partido e o grupo Estado Islâmico (EI), em virtude do qual os combatentes extremistas foram evacuados da fronteira sírio-libanesa com destino ao leste da Síria, no limite com o Iraque.
O acordo foi duramente criticado pela coalização internacional que combate os extremistas islâmicos, por Bagdá e pelo Líbano.
Hassan Nasrallah justificou este acordo pela necessidade de obter do EI o local onde estão enterrados os corpos de oito soldados libaneses sequestrados em 2014.
Ele contou ter dito ao presidente sírio se tratar de “uma causa humanitária” e pediu sua ajuda nesse sentido. O presidente Assad teria ficado desconfortável com o pedido.
“Ele me disse ‘essa questão vai me colocar em uma posição embaraçosa'”, afirmou o líder do Hezbollah, acrescentando que Assad acabou por aceitar a demanda.
O acordo foi concluído após uma semana de combates dos dois lados da fronteira libanesa contra os extremistas com o Exército libanês, de um lado, e o Hezbollah e o Exército sírio, do outro.
A saída do EI dessa área fronteiriça foi um dos últimos reveses sofridos pela organização extremista.
Fonte: IstoÉ

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Rússia vai enviar material para reconstruir a infraestrutura na Síria


O ministério da Defesa da Rússia anunciou estar enviando mais de 4 mil toneladas de material de construção para a Síria para reerguer a infraestrutura do país.
Além disso, mais de 40 unidades de equipamento de construção serão encaminhadas para realizar os trabalhos.
Segundo o comunicado do órgão, mais de 2 mil toneladas de canos metálicos para fornecimento de água e canalizações estão na lista, com centenas de quilômetros de fios elétricos de alta voltagem e de fibra óptica, para restauração dos sistemas de fornecimento de energia elétrica e de comunicação. O ministério também revelou que pretende participar na reconstrução de hospitais, escolas e instalações públicas.
"O ministério da Defesa da Rússia está realizando o fornecimento do equipamento e de materiais de construção por transporte ferroviário até o porto de Novorossiysk, de onde a carga seguirá para a Síria", explicou o comunicado.
Mais cedo, o ministério informou que um grupo de militares foi enviado para as áreas liberadas de Deir ez-Zor para preparar a operação de desminagem da região
FONTE: SPUTNIK INTERNATIONAL

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

CIA retira suas forças do sudeste da Síria


A CIA exigiu que dois dos grupos armados que fazem parte do chamado Exército Livre da Síria (ELS) parassem os combates no sudeste da Síria, informou a agência Reuters. A agência, citando representantes dos grupos Martyr Ahmad Abdo e Usud al-Sharqiya, informou que tanto a CIA como as agências de inteligência da Jordânia e Arábia Saudita lhes pediram para abandonarem o território sírio e se refugiarem na Jordânia.
"Existe um pedido oficial para que deixemos a área", citou a Reuters as palavras de Badr Din Salamahm, um dos líderes do grupo Usud al-Sharqiya.
De acordo com a agência, os dois grupos, que têm centenas de combatentes, devem entregar a artilharia pesada e dezenas de mísseis antitanque fabricados nos EUA.
As fontes diplomáticas citadas pela Reuters apontaram que a exigência de abandonar o sudeste da Síria se deve à decisão da administração do presidente norte-americano, Donald Trump, de cortar o programa da CIA de apoio aos grupos armados no país árabe.
No fim de agosto, fontes militares pró-governamentais sírias informaram à Sputnik que o Exército sírio e suas tropas aliadas tinham recuperado cinco postos de controle na fronteira com a Jordânia. Mais tarde, o Ministério da Defesa russo anunciou a maior vitória sobre o Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) nos últimos três anos.
Fonte: SPUTNIK

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

O regime turco reduz os salários para seus jihadistas na Síria


DAMASCO, SÍRIA (5:50 PM) - Em uma mudança notável de eventos, Ankara(Capital Turca) cortou salários para todos os grupos rebeldes sírios que estão ligados à chamada "Coalizão Nacional Síria".
A queda está relacionada à eleição de Riad Seif, uma figura curvada que se tornou o presidente da Coalizão Nacional Síria. O regime turco apoiou outros candidatos com simpatias islâmicas.
Após o resultado no início deste mês, as relações entre a Turquia e os jihadistas de apoio turco na Síria começaram a deteriorar-se com Ankara reduzindo o pagamento aos seus aliados jihadistas de longa data, citando "razões burocráticas".
Em 22 de agosto, uma delegação liderada pelo presidente Riad Seif reuniu-se em Istambul com representantes do Secretário dos Negócios Estrangeiros da Turquia. Na reunião, os problemas financeiros dos jihadistas
Na sequência das conversações, os pagamentos aos combatentes rebeldes apoiados por turcos foram cortados pela metade, causando muita preocupação com os comandantes islâmicos no norte de Aleppo e Idlib, que dependeram fortemente do dinheiro dos impostos turcos para financiar seus militantes.
Fonte: almasdarnews

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Estado Islâmico se rende e se retira da fronteira Líbano-Síria


Combatentes do Estado Islâmico (EI) e suas famílias começaram nesta segunda-feira (28) a deixar a área da fronteira entre o Líbano e a Síria em comboios, acompanhados pelo Exército sírio, entregando o controle de um enclave e indo para o leste da Síria após uma batalha que durou o fim de semana todo.
Uma fila de ambulâncias e ônibus foi vista, em imagens da televisão estatal síria, se movendo lentamente pela árida zona rural, à medida que o grupo partia.
A ação colocará fim à presença de militantes sunitas na fronteira, uma meta importante para o Líbano e para o grupo xiita Hezbollah, e representa a primeira vez em que o EI concordou publicamente com uma retirada forçada de um território que controlava na Síria.
O EI concordou com um cessar-fogo no domingo com o Exército do Líbano em uma frente e com o Exército sírio e o Hezbollah na outra, após perder grande parte de seu enclave montanhoso que se estende pela fronteira, preparando o caminho para sua retirada.
Tanto o Hezbollah como autoridades do Líbano anunciaram a retirada como uma rendição do grupo jihadista


Fonte: G1

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Graças a Rússia foi conquistado território de 78 mil km quadrados na Síria


Graças às ações dos militares russos na Síria foi libertado um território de 78 mil quilômetros quadrados, afirma o Estado-Maior General da Rússia.
Nesta sexta-feira (25), o chefe da Direção-Geral Operacional do Estado-Maior das Forças Armadas russas, Sergei Rudskoy, comunicou que, graças às ações dos militares russos na Síria, foi libertada uma área de 78 mil quilômetros quadrados, incluindo os territórios da província de Latakia e as cidade de Aleppo e Palmira.
"Na sequência das operações realizadas pelas Forças Armadas da Rússia, o território controlado pelas tropas governamentais quadruplicou, de 19 mil quilômetros quadrados [em setembro de 2015] para 78 mil", afirmou Rudskoy.
Atualmente os esforços principais das tropas governamentais e do grupo das Forças Armadas da Rússia estão focados na derrota do último baluarte do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia) na região de Deir ez-Zor.
Enquanto isso, o coronel-general Igor Korobov, chefe da Direção Principal do Estado-Maior General das Forças Armadas da Rússia, frisou que o número de militantes do Daesh na Síria, que atualmente estão concentrados principalmente da área central do país, supera os 9 mil.
Ele acrescentou também que na Síria estão atuando mais de 15 mil terroristas da organização Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia).
Fonte: SPUTNIK